Universo F.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

E havia reflexões futuras na face e nas mãos
numa ilha esverdeada, em um homem primitivo
era o futuro refletido
parecia familiar, mas novo estava um prédio na rua, as crianças tiveram algo a ver
parecia que o espírito estava saindo, vermelho como um marcador
então minha tribo, com minha faca, separamos o coração da vida solitária
eu vi os modelos de piso de madeira no fundo da poeira havia um líder
alguém estava caminhando sobre o piso, transformou-o do carvalho para o cedro
ele pode antever a situação, enrolei um cordão em volta do meu dedo
na florestas com os jovens, não espero ser o vencedor mas contanto que eu sinta que eu sou sonhador, meu coração é fósforo, o mar rola e a morte redobra, emerge a superficie mas não quebre meus meus ossos
fora do rastro e fora das tuas mãos, em um novo plano, é o preço por estar perdido, eternamente numa pele vazia,
pálida e fria
se é bom ou se é fortuna não sei dizer, mas as peças se juntam por uma certa razão
suas armas não podem nos enxergar
há um oceano à minha porta e um dia eu valorizarei o rastro de sangue e a margem limpa
e lembrei-me como era estar sozinho à luz do sol, completamente sozinho.
posted by F. at 20:35

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