Universo F.

quarta-feira, 16 de julho de 2008



Vou-lhes contar uma historinha: era vez um menino que estava se sentindo só, muito só, sentia falta do calor de uma companhia prazerosa, de adicionarem visões de mundo interessantes, tranquilidade, e re-encontrou uma menina, magrinha, manhosa e não largou mais dela., os dois se aventuraram, compartilharam segredos, risos, lamentações, passos de dança, cigarros, cantaram nas ruas com copos de vinho na mão, se perderam, ficaram doidões, se divertiram demasiadamente, mas o tempo parecia ser ainda muito curto e os ponteiros sempre corriam cada vez mais velozes, entretanto a curiosidade do menino de conhecer ainda mais aquela menina sempre foi evidente, ela nasceu pra fascinar, mas todos personagens desses historinhas, principalmente as de amor, tem entre-meios e destinos afugentados, ela vai partir daqui um dia, para outro lugar, um lugar que ela vai estar concerteza em boas mãos também, porém o menino já imagina como vai ser díficil andar pelas mesmas ruas pelos quais andaram e estar compartilhando momentos bons e ela não estar lá, mas vai continuar sempre cuidando dela, de onde for e mesmo que não vá na mala, vai estar em um lugar muito mais seguro e eterno.

Ps. não queria que isso soasse como carta de despedida, mas como todas cartas de despedidas contém promessas de amor também, prometo nunca esquecer do teu sorriso, nunca esquecer de como tu pegava na minha mão e a segurava tão firme, de como tu cantava e se gabava dizendo o quanto era afinada, de me chamar de atentado, do teu olhar de sapeca, de ouvir tu desprezando o meu cigarro mentolado (..)
por fim, t. a.


posted by F. at 00:21

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